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segunda-feira, 21 de março de 2011

Coronal Ejecções


ejeções de massa coronal (CMEs ou) são enormes bolhas de gás com rosca e linhas de campos magnéticos que são ejetadas do Sol ao longo de várias horas. Apesar do Sol corona tem sido observado durante eclipses totais do Sol há milhares de anos, a existência de ejeções de massa coronal foi realizados até à era espacial. Os primeiros indícios desses eventos dinâmicos veio a partir de observações feitas com um coronógrafo na sétima órbita Solar Observatory (OSO 7) 1971-1973. A coronagraph produz uma artificial eclipse do Sol, colocando um "disco de ocultação" sobre a imagem do sol. Durante um eclipse natural do sol, a coroa é visível apenas durante alguns minutos, no máximo, um período muito curto de tempo para detectar quaisquer alterações na características coronal . Com base coronagraphs único motivo mais profundo da coroa é visível acima do brilho do céu. De espaço da coroa é visível a grandes distâncias a partir do Sol e podem ser vistos de forma contínua. A sequência de imagens animadas no topo desta página foram obtidos com a alta altitude do Observatório coronagraph nomáximo Missão Solar em abril de 1980.
ejeções de massa coronal são frequentemente associados com explosões solares e destaque erupções, mas podem também ocorrer na ausência de qualquer um desses processos. A frequência das CMEs varia com o ciclo das manchas solares . No mínimo solar que observamos sobre um CME uma semana. Perto do máximo solar, observamos uma média de 2 a 3 CMEs por dia.
Clique na imagem para animação.
Massa ejeções coronais de interromper o fluxo do vento solar e produzem perturbações que atingem a Terra com resultados catastróficos, por vezes. O grande ângulo e espectrométrico coronógrafo ( LASCO ) sobre o Observatório Solar e Heliosférico ( SOHO ) tem observado um grande número de CMEs. O evento de 07 de abril de 1997, é mostrada ao lado (clique na imagem para ver a animação). Ela produziu um "evento de halo" em que o Sol todo parecia estar cercado pela CME. Halo eventos são produzidos por CMEs que são direcionadas para a Terra. Como eles parecem maiores e maiores que aparecem para envolver o próprio sol.

O que os céticos não conseguem “desmascarar” sobre 2012: brutal tempestade solar pode nos atingir por volta de 2012

novo estudo mostrou que uma grande tempestade solar poderá trazer consequências assustadoras para a humanidade.Danos à rede de força e sistemas de comunicação poderão ser catastróficos, os cientistas concluíram, com efeitos que podem levar ao descontrole governamental da situação.As previsões são baseadas em uma grande tempestade solar de 1859 que fez com que os fios dos telégrafos entrassem em curto nos EUA e Europa, levando a grandes incêndios. Possivelmente foi a pior em 200 anos, de acordo com um novo estudo. Com o advento das redes de energia, comunicação e satélites atuais temos muito mais em risco.“Uma repetição contemporânea do evento [de 1859] causaria distúrbios sócio-econômicos significativamente mais extensos”, concluíram os pesquisadores.A cada 11 anos, quando o sol entra na sua fase mais ativa, ele pode enviar tempestades magnéticas poderosas que desligam satélites, ameaçam a segurança dos astronautas e até interrompem sistemas de comunicação na Terra

As piores tempestades atuais derrubam redes de energia ao induzir correntes que 
derretem os transformadores.Apenas nos EUA uma grande tempestade solar — 
que costuma ocorrer uma vez a cada 100 anos — pode 
deixar 130 milhões de pessoas sem eletricidade, de acordo com o estudo. Outros sistemas vitais seriam afetados por estas faltas de energia elétrica.Os impactos da falta de eletricidade, por exemplo, acabariam com a distribuição de água potável em questão de horas, alimentos e medicamentos perecíveis seriam perdidos entre 12 e 24h; serviços de esgoto, telefones, transportes, abastecimento de combustíveis seriam interrompidos, etc.

A energia poderia levar meses para ser restabelecida, segundo a pesquisa. Durante este período os bancos poderiam estar fechados e o comércio internacional seria suspenso.“Sistemas de emergência seriam levados ao limite e o controle e comando poderiam ser perdidos”, escreveram os pesquisadores da Universidade do Colorado, nos EUA.“Sejam catástrofes terrestres ou incidentes do clima espacial, os resultados podem ser devastadores para as sociedades modernas que dependem, de uma miríade de modos, em sistemas tecnologicamente avançados”, os cientistas afirmaram em uma declaração divulgada junto com o relatório.Tempestades solares têm efeitos significativos nos dias modernos. Em 1989 o sol emitiu uma tempestade que derrubou a rede elétrica de toda Quebec, no Canadá. Em 2003, em um período de duas semanas, dois satélites foram desabilitados e instrumentos em uma sonda que orbita Marte foram danificados por tempestades solares.O clima espacial pode produzir tempestades eletromagnéticas solares que induzem correntes extremas em fios interrompendo linhas de força, causando apagões generalizados e afetando cabos de comunicação da internet. Clima espacial severo produz partículas solares energéticas e desloca os cinturões de radiação da Terra, o que danifica satélites usados para comunicações comerciais, GPS e previsão do tempo.

O próximo pico da atividade solar é esperado em 2012. Atualmente o sol está ‘tranquilo’, mas a atividade pode aumentar em qualquer momento e clima espacial severo (o quão severo será ninguém sabe) irá emergir um ou dois anos antes do pico.Alguns cientistas pensam que o próximo pico levará a eventos mais severos do que outros picos recentes.“Uma falha catastrófica da infra-estrutura governamental e comercial, no espaço e no chão, podem ser mitigadas ao aumentar a consciência pública, melhorando a infra-estrutura vulnerável e desenvolvendo capacidades avançadas de previsão do clima [solar]“, o relatório afirma.

O relatório foi delegado e financiado pela NASA. Especialistas em indústria e governo, assim como acadêmicos, de todo o mundo, participaram.Fonte


Dessa vez não é hoax alarmista. Pode mesmo acontecer.

Uma nova técnica, muito bem aceita pela comunidade científica, de previsibilidade da intensidade de ciclos solares projeta que o próximo máximo solar será 50% mais ativo do que o último:“Predicting the strength of solar. cycle 24 using a flux-transport dynamo-based tool”
Outros:


Para piorar recentemente se descobriu que o campo geomagnético apresenta “buracos” ocasionados pela interação do campo magnético solar e da Terra. Quando o campo magnético solar está orientado em certo sentido em relação ao campo magnético da Terra o fluxo de partículas do vento solar que conseguem penetrar por este buraco é muioto maior do que o normal.No próximo máximo solar ( estimado para ocorrer por volta de 2012 ) a orientação do campo magnético solar será exatamente este que acentua o fluxo de partículas:

sábado, 19 de março de 2011

Como ocorre a tempestade solar ?

O Sol tem toda sua energia sendo gerada no núcleo, com temperaturas que alcançam 15 milhões de graus centígrados. Com fusões nucleares, 5 milhões de toneladas de energia são geradas, junto com um magnetismo intenso. São esses enormes campos magnéticos que criam curvas sobre a superfície solar, que são esticadas e distorcidas em todos os sentidos de maneira irregular.

Quando as curvas colidem, um curto-circuito ocorre e faz com que toda a energia seja liberada. O ciclo magnético solar é de 22 anos, com manchas que atingem seu ápice a cada 11 anos. O fenômeno, chamado de "Máximo Solar", permite que aumentem bastante as chances de ocorrer uma tempestade.

As atividades solares acontecem com frequência, mas nós não as sentimos porque a Terra tem um campo magnético que protege o planeta, chamada de Magnetosfera. O problema é que, dependendo da intensidade de uma dessas tempestades, o ?escudo? é arrancado e comprimido em grande parte, permitindo que os efeitos possam ser devastadores.

Depois de uma tempestade radioativa causada pela energia solar, o último "ataque", e também o pior, é uma explosão da CME (emissão de massa coronal), uma nuvem de gás eletrificado de um bilhão de toneladas. O fenômeno leva entre 4 e 7 dias para chegar ao planeta e não é possível medir sua força.

As tempestades solares ocorrem com frequência.


Quais as consequências de uma forte tempestade solar



Uma tempestade solar leva 8 minutos para chegar à Terra, mas já no início acarreta um carregamento eletromagnético sobre o planeta. Isso faz com que qualquer coisa em órbita corra perigo. Satélites, por exemplo, despencam de volta ao solo, enquanto que aviões perdem as comunicações por rádio.

Em seguida, uma tempestade radioativa atinge o planeta e provoca estragos enormes, pois traz consigo prótons de alta energia capazes de detonar equipamentos eletrônicos. O que e quem estiver no solo é protegido pela força da atmosfera. Porém, o maior problema fica para os astronautas que estiverem fora da atmosfera, pois a radiação intensa é fatal, de maneira que eles têm poucos minutos para conseguirem se proteger.

Os satélites de GPS sofrem sobrecargas e não conseguem mais enviar sinais normais. Sem sistemas de localização, os aviões que estiverem sobrevoando os céus se perdem e seus motores começam a falhar.

Quando a CME finalmente chega ao planeta, seu impacto causa uma sobrecarga extrema em equipamentos elétricos, principalmente nos gigantescos transformadores que distribuem a energia para as cidades. Isso faz com que eles simplesmente explodam e deixem tudo na escuridão total. Seria um blecaute mundial.

O mundo sem energia elétrica



Todo mundo que já presenciou uma breve queda de luz sabe como é terrível ficar horas sem energia elétrica. O problema é que a destruição dos transformadores faria grandes cidades ficarem no escuro por meses e até anos. O motivo é simples: além do alto custo, levaria entre um a dez anos para substituir as redes elétricas danificadas


Além das comunicações que já teriam sido prejudicadas há algum tempo, sistemas de iluminação das cidades e aquecimento parariam de funcionar. A ausência das redes de sinalizações, como semáforos para carros e trens transformariam a cidade em um caos total e causariam muitos acidentes gravíssimos no início.

Hospitais e outros serviços de emergência, apesar de contarem com geradores de energia, só funcionariam por três dias, de forma que pacientes mais frágeis não seriam capazes de sobreviver. Qualquer equipamento hospitalar dependente da eletricidade não poderia ser utilizado.

Boa parte dos fornecimentos de água e comida seria cortada. O tratamento da água e dos esgotos não poderia funcionar, deixando a população gravemente enferma; doenças como hepatite, disenteria e febre alta se alastrariam.

Formas de evitar a catástrofe



Com a probabilidade alta de que a próxima tempestade solar seja devastadora, cientistas estudam diversas formas de prever da melhor maneira possível quando ela pode acontecer. O satélite japonês Hinode, lançado em 2006, é capaz de analisar campos magnéticos complexos do sol para saber quando os fenômenos podem ocorrer.

Mas a estrela da vez é o satélite duplo STEREO, da NASA (foto acima), colocado em posições estratégicas no espaço para prever da melhor maneira possível quando e como uma tempestade pode atingir nosso planeta.

Se soubermos o momento em que os fenômenos devem ocorrer, é possível desligar com antecedência as grandes estações de energia até que a tempestade passe. Dessa forma, não haveria estragos significativos no abastecimento. Seria como um blecaute preventivo forçado.


Como ocorre a tempestade solar?

Tempestade solar ameaça comunicações em Olimpíada de 2012


Uma tempestade solar é a principal ameaça ao funcionamento das redes de televisão e de internet durante a Olimpíada de Londres, em 2012. Este é o prognóstico de Richard Harrison, da Rutherford Appleton Laboratory, de Oxfordshire, na Inglaterra. A previsão foi feita às vésperas do lançamento, nesta semana, do Observatório de Dinâmica Solar da Nasa.
A sonda que a Nasa pretende lançar neste sábado passará cinco anos orbitando a Terra, investigando as causas da extrema atividade solar como os ventos solares e as erupções violentas a partir de sua atmosfera.
Citado hoje pelo jornal The Times, o professor Harrison disse que esses fenômenos podem expor os astronautas a doses mortíferas de partículas, além de tornar os satélites inativos e provocar erros e problemas em todo os tipos de serviços de comunicações.
Embora os picos na atividade solar possam perturbar as comunicações terrestres e por satélite, foi praticamente impossível até agora prever as tempestades solares. Os cientistas esperam que as informações que terão graças ao observatório os ajudem a saber, antecipadamente, sobre a ocorrência de labaredas solares e tormentas magnéticas.
O observatório analisará, entre outras coisas, os campos magnéticos do Sol e as mudanças de energia do vento solar, as partículas energéticas e as variações de sua radiação. O lançamento acontecerá em um momento em que o Sol volta a dar sinais de agitação após vários anos de quase inatividade, segundo os astrônomos.
Entre 2008 e 2009, houve mais de 250 dias sem manchas solares, um recorde desde 1913, mas nas duas últimas semanas foram registradas duas labaredas solares, o que pode significar que o Sol está entrando em uma fase mais ativa de um novo ciclo. Para o cientista britânico, o lançamento não podia ser mais oportuno.

sexta-feira, 18 de março de 2011

A Grande Tempestade Solar de 1859


Num fenómeno de ciclo desconhecido, mas que alguns esperam 
acontecer cada 140 anos, aExplosão Solar de 1859, registada pelo 
astrónomo britânico Carrington pode estar prestes a acontecer…
 Na altura ainda não havia nem computadores, nem comunicações
 globais, nem telefones, mas apesar disso uma extraordinária e nunca 
antes vista explosão solar terá destruído postos de telégrafo por todo 
o mundo, incendiando alguns devido à sua cablagem e alimentação
 eléctrica por indução magnética e provocado uma histeria mundial, 
mas despertando um inexistente interesse pelas actividades do nosso 
Astro solar e pelas suas instabilidades (desconhecidas até então).
Se idêntico fenómeno ocorresse hoje (vários de menor escala têm 
afectado as comunicações móveis e por satélite nos últimos 10 anos)
, seria uma verdadeira catástrofe global, com a esmagadora maioria 
dos computadores pessoais e empresarias a verem os seus circuitos
 integrados derretidos, com falhas massivas de discos rígidos e de
 tapes em arquivo, com o colapso de todos os sistemas de
 comunicação, de toda a aviação e até de todos os
 automóveis e motas, hoje totalmente dependentes de
 micro-computadores para poderem funcionar…